Rebatizada de Rosanah Fienngo, cantora voltou à parada com hit em 'Caras e Bocas'.
'Lovin' You', música-tema de Dafne e Gabriel , promoveu as pazes da intérprete com o sucesso. 'A solidão é tão intensa quanto o sucesso', diz.
Rosana será sempre a "Deusa" para os fãs de "O amor e o poder". Mas ela decidiu se rebatizar e agora atende pelo nome de Rosanah Fienngo. Assim mesmo com 'h' no final e dois enes no Fienngo, sobrenome de origem espanhola até então limitado à certidão de nascimento.
E parece que a mudança de nome e sobrenome deu sorte. A cantora emplacou, na trilha sonora de "Caras e Bocas", um hit daqueles que não saiam da cartola desde a época de "Mandala" e "Roda de Fogo". "Lovin' You', sucesso dos anos 70 na voz de Minnie Riperton e gravado por Rosanah num insight, embalou os beijos de Dafne (Flávia Alessandra) e Gabriel (Malvino Salvador).
Animada com o topo das paradas, a cantora está produzindo um novo CD para este semestre, mas arruma tempo para se dedicar ao filho Davy (11), para cuidar do espírito (é evangélica) e do corpo. Aliás, ela continua inteirona aos 41 anos (controversos, pois até no site oficial existem duas datas de nascimento, 1968 e 1962).
EGO - Você teve um sucesso na novela "Caras e Bocas", uma versão de "Lovin' You". Por que decidiu gravar esta música?
Rosanah Fienngo - Canto esta música desde pequena, era fã da Minnie Ripperton. Gravei a música no começo da minha carreira em uma versão em português (feita por Ronaldo Bastos, com arranjos de César Camargo Mariano). Ela estava no meu CD "Coração selvagem" e se chamava "O dom do nosso amor". Gravar "Lovin' You" em inglês foi um insight. Estava em Nova York com uns amigos, e a gente acabou gravando, mas foi uma coisa sem compromisso, entre amigos.
E como essa gravação chegou até a novela?
Rosanah Fienngo - Procurei o Jorge Fernando para colocar uma música nacional na novela, mas já tinha fechado a trilha. Aí lembrei de "Lovin' You", e ele falou: "Manda pra mim já, adoro." Aí ele falou que ia ser tema do casal central da trama, Flávia Alessandra e Malvino Salvador. Fiquei com um pouco de medo do mercado porque era em inglês. As pessoas podiam pensar: "Qual é a dela cantando em inglês?"
Você tem essa música gravada, mas ainda não tem CD pronto. Por quê?
Rosanah Fienngo - Eu estou preparando o CD e o DVD. Essa música deve ficar na mídia, segundo os radialistas, por mais seis meses,m e nesse período eu pretendo lançar o CD. Ainda não tem nome, nem data certa.
Agora você adotou o nome Rosanah Fienngo. Por que decidiu mudar?
Rosanah Fienngo - Decidi porque sonhei três vezes com Rosana escrito com 'h' e fiquei bolada, griladíssima. Sonhei com ele escrito em néon, vi uma criança escrevendo. Mas o problema não era nem sonhar, era sonhar o mesmo sonho várias vezes. Achei que eu estava até com alguma problema, com algum distúrbio neurológico.
E o Fienngo?
Rosanah Fienngo - É o meu sobrenome mesmo, mas é escrito com um "n" só. Eu botei o outro para poder dar a soma de número 14, que é meu número simpático. No CD da novela, acabou saindo meu nome errado, com um "n" só, mas é a 14ª faixa.
Nos anos 90, você deu uma sumida. Por quê?
Rosanah Fienngo - Teve o nascimento do meu filho, mas não foi só isso, não. Tinham coisas que eu não tinha feito que gostaria de fazer. Em 96, acabei fazendo faculdade de Educação Física. Depois fiquei grávida (Davy nasceu em 1998). Ia com barrigão para a faculdade. Mas nunca parei de fazer shows.
Quando seu filho nasceu, o que mudou na sua vida?
Rosanah Fienngo - Muda um monte de coisa. Eu me atirava muito nas coisas antes de ter o Davy, depois passei a ficar mais contida.
Se atirava em quê? Relações? Trabalho?
Rosanah Fienngo - Eu me atirava no trabalho, não media sacrifício. Não me preocupava se iria dar certo ou não. Depois que ele nasceu, comecei a pensar na consequência dos meus atos.
O seu filho foi planejado?
Rosanah Fienngo - Foi planejado por Jesus. Jesus que armou essa pra mim. Aliás, Jesus tem armado cada coisa pra mim ultimamente...
Você virou evangélica?
Rosanah Fienngo - Eu frequento uma Igreja (evangélica) há cinco anos. Fui batizada na Renascer. Gosto muito de entender tudo. Já fui budista, shintoísta... Hoje sou Jesus total porque parte tudo dele. Não adianta você ficar dando volta, você precisa de apoio espiritual.
Você é casada?
Rosanah Fienngo - Já fui sim, duas vezes. Uma delas com o pai do Davy. Mas agora não estou com ninguém, estou casada com a minha música. Vivendo 24 horas para a minha carreira.
A internet te ajudou no retorno que você fez no ano 2000?
Rosanah Fienngo - Muito, ela renovou o público. Faço show para uma galerinha mais nova. A internet renova sua vida, o pessoal pode ver meus clipes, minhas músicas. Então tudo passa a ser de hoje, passa a ser atual.
Vi você recentemente em um programa de auditório com um corpão, estava até com a barriga de fora. O que faz pra manter a forma?
Rosanah Fienngo - Faço um monte de coisa, musculação, nado bastante... E nisso também o Davy é companheiro. Ele fazendo abdominal é a coisa mais hilária. Não gosto muito de dieta, mas procuro comer muita coisa saudável. Sou meio natureba mesmo, não como carne vermelha.
Você já teve ajuda de alguma cirurgia plástica pra ficar em forma?
Rosanah Fienngo - Já fiz lipoaspiração, lipo é uma boa aliada.
E no rosto?
Rosanah Fienngo - Já fiz algumas coisas, sim. Fiz endermologia facial (técnica que associa a drenagem linfática e massagem por ultrasom), fiz pieling profundo. Botox nunca fiz.
Quantos anos você tem?
Rosanah Fienngo - 41.
Nossa, que novinha. Você estourou cedo então ("Nem um toque", o primeiro grande sucesso é de 1986)?
Rosanah Fienngo - Sim, com uns 18 anos. Tanto é que eu deixei de fazer muita coisa por causa da carreira.
Você deu uma pirada por fazer tanto sucesso tão novinha?
Rosanah Fienngo - Eu pirei. Eu não tinha tempo de curtir o sucesso, e isso me deixou agoniada. Um trabalho puxa o outro. Aí você para e pensa: "O que eu curti disso?". Aí dá um branco danado. Sozinha no quarto, dá solidão. A solidão é tão intensa quanto o sucesso.
E o Davy te ajuda nisso?
Rosanah Fienngo - Quando ele nasceu, neutralizou todo tipo de carência que eu tinha. Eu tinha muita carência.
Renata Sakai Do EGO, em São Paulo
Matéria do dia 09/01/2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Como uma deusa
Nosso repórter excepcional convida o roqueiro Serguei, já quase seu assistente oficial, para uma tarde de karaoke com a diva Rosana, em plena Feira de São Cristóvão, no Rio. Na pauta, os segredos dos corpos em eterna transformação de dois sobreviventes do pop-rock nacional.

Imagens de diversas deusas entrelaçavam meus pensamentos. Estou em um quarto de hotel numa tarde calorenta em Copacabana. O telefone toca. Saio do transe. Uma voz diz: “Querido, estou aqui”. Estava conectado. Uma força estranha me desloca. Chego à calçada e não vejo nada, quando, de um pequeno veículo, a voz reaparece: “Venha comigo, Arthur”. Estou lado a lado com a essência de Lakshmi, Parvati, Isis, Iansã e Gaia. Cruzando o Rio rumo à Feira de São Cristóvão, como convidado da Deusa. Nossa conversa era deliciosa. Aquecimento global, beleza, 2012, simulacros políticos, néctares, música e Lilith. Rosana “Como uma Deusa” Fiengo, sorry, Rosana pilota o bólido com destreza.
Sua nobreza é incontestável. Iniciou com 13 anos como cantora na banda Casanova’s. Seu pai, Aldo Fiengo, era líder do Combo, que tocava o mais cascudo rock’n’blues no Brás, em São Paulo. Pergunto sobre o seu retorno, mas a música na rádio interrompe. “Loving you” surge como prova incontestável do revival da Fênix. Número 1 nas FMs do Rio, a música de Minnie Riperton na voz de Rosana é tema da novela global Caras & Bocas.
Com muita cautela pergunto à Deusa sobre o enigma de sua idade. Imagine um simples mortal questionar a longevidade dos deuses... a voz reverbera: “Parei de falar sobre minha idade. Canseeeei! Alguns dizem que tenho 30. Outros malucos, 60. Então tenho a idade que você quiser”.
“O artista merece respeito, e sua arte é a mais pura magia.” Seu rosto me intriga, tento decifrá-lo. Sou fulminado por um olhar que, por pouco, pouco mesmo, não derrete minha consciência. Pergunto à Deusa como é seu dia a dia no Olimpo. Ela solta uma gargalhada e faz troça com este humilde vassalo: “Querido, adoro nadar e fazer musculação. No mínimo três vezes por semana. Sem o corpo não somos nada. A mesma máquina que você ferra hoje, irá precisar amanhã. Não cuidar do corpo é desrespeitar o que Deus te deu”. Ela capta meus pensamentos e emenda: “Danadinho, sei o que você quer”. Não há como enganar uma Deusa. “Quer saber qual a parte de que mais gosto do meu corpo? Minha cintura é divina. Minhas medidas são: 98 de busto, 63 de cintura, 102 de quadril, calço 36 e, ahhhhhhh, uso sutiã meia taça. Tá bom assim?” Sim, Deusa.
Magia negra, sedução
Ela pergunta por que vamos à Feira de São Cristóvão. Não disfarça, Deusa, você sabe. Vamos a um karaoke, com Serguei. “Arthur, Serguei é mito, um ícone. Uma pessoa com um legado maravilhoso. Extrovertido, feliz.” Procuro a calle Paraíba, entre as alamedas da feira. Rosana está animadíssima.
Serguei está espevitado, sacode a juba e nos abraça com fervor. Sou fã de carteirinha desse pansexual. Reverencia a Deusa e declama: “Rosana, você é espetacular. Sua voz é belíssima. Outro dia te escutei cantando ‘Summertime’. Fiquei de cara!”.
Arthur cola rostinho com a Deusa

O karaoke de São Cristóvão é cheio de bossa. A cabine do DJ é recheada de bonecos Falcon. É a primeira vez de Serguei e Rosana juntos. Aquecemos com “Born to be Wild”. Os trinados ecoam pela feira. Serguei dá um parafuso no ar e engata “Dazed Confused”, do Led Zeppelin. Uma série de outras músicas imortais deságua pelas vozes das duas eminências. O karaoke é invadido por uma pequena multidão de devotos, e a plateia vai abaixo com “O amor e o poder”: “Como uma Deusa, você me mantém/ E as coisas que você me diz, me levam além/ Aqui nesse lugar não há rainha ou rei/ Há uma mulher e um homem, trocando sonhos, fora da lei”.
Rosana precisa partir. A saideira é “Move Over”, Janis Joplin. Serguei serpenteia, cai, levanta e se joga. Abraça Rosana com o mesmo carinho que enlaça seu amado jatobá em Saquarema. Acompanho a Deusa até o estacionamento e beijo sua bochecha na despedida. A música na sombra, o ritmo no ar, um animal que ronda, no véu do luar. Eu saio dos seus olhos. Eu rolo pelo chão. Feito um amor que queima, magia negra, sedução.

Imagens de diversas deusas entrelaçavam meus pensamentos. Estou em um quarto de hotel numa tarde calorenta em Copacabana. O telefone toca. Saio do transe. Uma voz diz: “Querido, estou aqui”. Estava conectado. Uma força estranha me desloca. Chego à calçada e não vejo nada, quando, de um pequeno veículo, a voz reaparece: “Venha comigo, Arthur”. Estou lado a lado com a essência de Lakshmi, Parvati, Isis, Iansã e Gaia. Cruzando o Rio rumo à Feira de São Cristóvão, como convidado da Deusa. Nossa conversa era deliciosa. Aquecimento global, beleza, 2012, simulacros políticos, néctares, música e Lilith. Rosana “Como uma Deusa” Fiengo, sorry, Rosana pilota o bólido com destreza.
Sua nobreza é incontestável. Iniciou com 13 anos como cantora na banda Casanova’s. Seu pai, Aldo Fiengo, era líder do Combo, que tocava o mais cascudo rock’n’blues no Brás, em São Paulo. Pergunto sobre o seu retorno, mas a música na rádio interrompe. “Loving you” surge como prova incontestável do revival da Fênix. Número 1 nas FMs do Rio, a música de Minnie Riperton na voz de Rosana é tema da novela global Caras & Bocas.
Com muita cautela pergunto à Deusa sobre o enigma de sua idade. Imagine um simples mortal questionar a longevidade dos deuses... a voz reverbera: “Parei de falar sobre minha idade. Canseeeei! Alguns dizem que tenho 30. Outros malucos, 60. Então tenho a idade que você quiser”.
“O artista merece respeito, e sua arte é a mais pura magia.” Seu rosto me intriga, tento decifrá-lo. Sou fulminado por um olhar que, por pouco, pouco mesmo, não derrete minha consciência. Pergunto à Deusa como é seu dia a dia no Olimpo. Ela solta uma gargalhada e faz troça com este humilde vassalo: “Querido, adoro nadar e fazer musculação. No mínimo três vezes por semana. Sem o corpo não somos nada. A mesma máquina que você ferra hoje, irá precisar amanhã. Não cuidar do corpo é desrespeitar o que Deus te deu”. Ela capta meus pensamentos e emenda: “Danadinho, sei o que você quer”. Não há como enganar uma Deusa. “Quer saber qual a parte de que mais gosto do meu corpo? Minha cintura é divina. Minhas medidas são: 98 de busto, 63 de cintura, 102 de quadril, calço 36 e, ahhhhhhh, uso sutiã meia taça. Tá bom assim?” Sim, Deusa.
Magia negra, sedução
Ela pergunta por que vamos à Feira de São Cristóvão. Não disfarça, Deusa, você sabe. Vamos a um karaoke, com Serguei. “Arthur, Serguei é mito, um ícone. Uma pessoa com um legado maravilhoso. Extrovertido, feliz.” Procuro a calle Paraíba, entre as alamedas da feira. Rosana está animadíssima.
Serguei está espevitado, sacode a juba e nos abraça com fervor. Sou fã de carteirinha desse pansexual. Reverencia a Deusa e declama: “Rosana, você é espetacular. Sua voz é belíssima. Outro dia te escutei cantando ‘Summertime’. Fiquei de cara!”.
Arthur cola rostinho com a Deusa

O karaoke de São Cristóvão é cheio de bossa. A cabine do DJ é recheada de bonecos Falcon. É a primeira vez de Serguei e Rosana juntos. Aquecemos com “Born to be Wild”. Os trinados ecoam pela feira. Serguei dá um parafuso no ar e engata “Dazed Confused”, do Led Zeppelin. Uma série de outras músicas imortais deságua pelas vozes das duas eminências. O karaoke é invadido por uma pequena multidão de devotos, e a plateia vai abaixo com “O amor e o poder”: “Como uma Deusa, você me mantém/ E as coisas que você me diz, me levam além/ Aqui nesse lugar não há rainha ou rei/ Há uma mulher e um homem, trocando sonhos, fora da lei”.
Rosana precisa partir. A saideira é “Move Over”, Janis Joplin. Serguei serpenteia, cai, levanta e se joga. Abraça Rosana com o mesmo carinho que enlaça seu amado jatobá em Saquarema. Acompanho a Deusa até o estacionamento e beijo sua bochecha na despedida. A música na sombra, o ritmo no ar, um animal que ronda, no véu do luar. Eu saio dos seus olhos. Eu rolo pelo chão. Feito um amor que queima, magia negra, sedução.
Matéria da Revista TRIP - Edição 184
10.12.2009 - Texto por Arthur Veríssimo Fotos Daniela Dacorso
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Boas Festas e Feliz 2010
""...Quero, um dia, dizer às pessoas que nada foi em vão...
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim e que eu sempre dei o melhor de mim...
e que... Valeu a pena!!!"
(Mário Quintana)

Boas Festas e Feliz 2010
São meus sinceros votos a todos!
Andréa Vargas
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim e que eu sempre dei o melhor de mim...
e que... Valeu a pena!!!"
(Mário Quintana)
Boas Festas e Feliz 2010
São meus sinceros votos a todos!
Andréa Vargas
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Vinny - "Clássicos na Pista"

Esse é o primeiro lançamento do selo Vinny Planet em parceria com a gravadora CD Promo. O cantor ,compositor e produtor Vinny, volta ao mercado musical com o CD “Clássicos na Pista”. Trata-se do décimo terceiro disco do Vinny. E dessa vez, uma incursão pela experiência eletrônica, tendo como repertório grandes clássicos do rock nacional, executados de uma maneira original e inusitada. É a mistura do clássico com o sistema binário dos computadores. Produzido por Vinny e Roberto Lly, dupla que já emplacou vários hits nas pistas e rádios de todo o país, o CD chega às lojas com versões ácidas e eletrificadas de canções consagradas, como "Tédio"(Biquini Cavadão), "À sua maneira"(Capital Inicial), "Adivinha o quê" (Lulu Santos), "Mensagem de amor" (Paralamas do sucesso), "Que vês"(Tihuana) e "Armadilha"(Finis Africae, extinta banda oitentista). Traz ainda 3 músicas inéditas do Vinny: "Até aqui", "Você já sabe" e "Jamaica Groove", com uma uma referência clara de bandas contemporâneas como Snow Patrol, Daft Punk, mas sem deixar de lado poderosos Riffs de teclado, que permeiam todo o disco fazendo contraste com as guitarras espaciais. Os loops eletrônicos de House e Techno se misturam com os sons analógicos de amplificadores valvulados. Coisa fina.
Pra fechar legal, uma faixa interativa, contendo o videoclipe de Tédio, dirigido e produzido pelo jovem e criativo Pedro Hora. O clipe é compatível com todas as plataformas de computador.
No mais, é conferir e sair dançando por aí.
Ahhh...esse é o volume I... Vêm mais coisa por aí em breve.
José Augusto - Biografia

Década de 70
Ao lançar seu primeiro disco em 1973, José Augusto faz sucesso com as músicas "De Que Vale Ter Tudo Na Vida" e "Eu Quero Apenas Carinho" dois hits que permanecem até hoje na memória dos seus fãs. Logo em ele lançou a sua carreira internacional com a música "Luzes da Ribalta" (Candilejas), aonde se consagrou com prêmios e sucessos alcançando a incrível marca de cinco Milhões de produtos vendidos, no México, Espanha, Argentina, Peru, Colômbia, Costa Rica, Equador, Venezuela e grande parte latina dos Estados Unidos.
Década de 80
Mesmo se dedicado ao mercado latino, Augusto continuou lançando discos no Brasil e compondo para vários artistas; Alcione, Simone, Chitãozinho e Xororó, Fafá de Belém entre muitos outros. E assim em 1985 surgiu mais um hit, a música "Fantasias", que rompeu o bloqueio das rádios Fm no Brasil que na época não divulgava os artistas populares. Augusto ainda fechou a década com uma série de sucesso; "Sábado", "De Igual Pra Igual" "Chuvas de Verão" "Eu e você", "Fui Eu", "Só Você", "Amantes" entre outras.
Década de 90
Consagrado no mercado latino e no cenário nacional, José Augusto abre a década de 90 com mais um HIT, a música "Agüenta Coração". Devido ao sucesso da novela também no exterior o cantor grava a canção em Espanhol e em Italiano. O artista permanece durante meses na parada latina americana da revista Billboard e recebe pela primeira vez o Prémio "Aplauso" na categoria de melhor melhor cantor latino.
Depois de um ano e meio no primeiro lugar nas radios do Brasil, ele volta a emplacar mais um hit do mesmo disco, a música "Sonho Por sonho".
A década é marcada por vários sucessos e convidados. Xuxa participou do tema de abertura da novela "Sonho Meu" da "Rede Globo", autoria de José Augusto e Carlos Colla. Com a diva da música americana Dionne Warwick, José Augusto cantou "Quase um Sonho". Outras canções que marcaram a década foram; "A noite Mais Linda", "Bate Coração", "Te Amo", "Por Eu Ter Me Machucado" tema da novela "A indomada", "A Minha História" também gravada em Espanhol e executada até hoje no Brasil e nos países Latinos.
Anos 2000
Paralelamente a agenda de shows no Brasil, José Augusto segue fazendo shows em Portugal, Porto Rico e Angola.
Em 2001, José Augusto lança um projeto especial pela Abril Music "De Volta Para o Interior". O projeto relembra grandes sucessos da música regional; "Beijinho Doce", "Menino da porteira", "Vida de viajante" além da música "Indiferença" regravada por ele.
De 2002 a 2005 afastado do cenário musical e resolve se dedicar as composições até que 2006 com a Música "Cuba" ele retorna com a sua turnê pelo exterior e decide morar em Miami até o final de 2007 quando retornou ao Brasil para gravar o CD-DVD "Agüenta coração" Ao vivo.
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